desbotando:
há uma rachadura em tudo, é assim que entra a luz.
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De uma grande amizade, surgiu o primeiro beijo, logo mais, o segundo, e assim repetidas vezes. Estava bem nítido o que estava acontecendo, porém, inventamos desculpas para mascarar o que sentíamos um pelo outro. Talvez fosse incerto da sua parte, só que pra mim não havia mais dúvidas. Mas, ao mesmo tempo que nos aproximávamos eu te sentia distante, com um certo receio. Minha primeira decepção veio ao ver você negar nosso sentimento para os outros olhos que nos observavam, mas eu ainda persistia, mesmo sofrendo e me culpando. A verdade é que, sua incerteza era demais pra mim. O que tanto te incomodava? Você não quis dizer, fingia estar tudo bem e eu fingia acreditar, tentei não me culpar com minhas paranoias. A cada beijo dado, a cada toque, cada carinho, era mais intenso, e depois de tudo, ainda me restava forças pra te entregar meu coração, como forma de proteção, cuidei de você da forma mais pura que consegui. Apesar de toda repulsa, sei que existe um sentimento, talvez eu não saiba onde isso irá dar, talvez eu estrague tudo como sempre faço, mas concordamos em ver se nossos caminhos irão finalmente se entrelaçar, por mais difícil que esteja sendo pra mim, por mais que a cada dia você leve um pedaço de mim e deixe apenas dúvidas desse amor confuso.
Meu nome é amor, sobrenome você. Texto inspirado em uma história enviada no projeto vibraste. (via
desverbios)
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Desejo que você não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la. Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo. Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la. Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência. Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina, pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas. Seja um debatedor de idéias. Lute pelo que você ama.
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Não era só um “gostar”, mas também não era um “amar”, era algo entre eles, não sei explicar, o estômago esfriava, batia um calafrio, um arrepio na espinha. E aquela tal frase, “Sentia borboletas voarem no seu estômago”. Era real, eu as sentia mesmo, e não queria saber o que era, sei que era bom.
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Quem sabe um dia a gente se encontre novamente em uma rua qualquer e se abrace para matar a saudade. E depois saímos para tomar um café e sentamos numa mesa qualquer e conversamos sobre o que temos feito da vida. E contamos os nossos planos e o quanto as coisas mudaram. E relembramos os velhos tempos e ficamos admirados em saber que o tempo passou tão rápido. É, quem sabe. Mas enquanto isso não acontece, a gente fica longe um do outro e com a saudade dando um nó na garganta.
textoscrueisdemais:
você ainda vai chorar porque dói muito
e sentir como se fosse infinito
mas eu te garanto: passa, sim.
sempre passa.